Síndrome de Down

REDE DE SERVIÇOS




  • 21/03/2019
    Unidade promove assistência com equipe multidisciplinar e interação com familiares dos pacientes.


    Neste dia 21 de março, dedicado à conscientização sobre Síndrome de Down, a trajetória da beneficiária Alice Pereira, acompanhada pela equipe do Centro de Reabilitação do Ipesaúde desde os seis meses de vida e hoje com 3 anos, contribui para o entendimento de que ter Down não deve representar limitação.  

     

    Adriana Pereira, mãe de Alice, conta como é gratificante acompanhar essa evolução. “Alice é muito inteligente, comunicativa e tem à disposição uma equipe excelente de profissionais no Ipesaúde. Eu sou muito grata e incentivo outros pais a buscarem um acolhimento assim”, conta.


    As palavras de Adriana são de uma mãe que entende que é preciso, por meio da inclusão buscar desfazer alguns mitos que recaem sobre as pessoas que tem Down e que só contribui para dificultar o convívio em sociedade.

     

    Márcia Fonseca, coordenadora do Centro de Reabilitação do Ipesaúde lembra que Down não é doença e que buscar informações é extremamente relevante. “O preconceito e falta de informação não podem influenciar no cotidiano das pessoas que possuem essa alteração genética. Seja na escola ou no ambiente familiar, nossa princesa Alice é o exemplo mais do que claro de que assistência devida faz a diferença e respeito é primordial” enfatiza.

     

    Assistência


    O Centro de Reabilitação Maria Virgínia Leite Franco realiza um importante trabalho no tratamentos fisioterápicos dos usuários do Ipesaúde, com auxílio de profissionais em  Fisioterapia, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional, Educação Física, Neuropediatria, Neurocirurgia, Psicologia e Acupuntura. 


    A terapeuta ocupacional, Kamilla Reis fala da importância da interação entre equipe e familiares de pacientes com Síndrome de Down.

     

    “O tratamento pode iniciar a partir de dois a três meses de vida e contribui para o desenvolvimento neuropsicomotor, parte cognitiva e sensorial da criança, sendo trabalhando de forma lúdica e principalmente dando instruções aos pais para que reproduzam em casa o que orientamos aqui. No caso de Alice focamos na coordenação motora e interação social e cognitiva”, explica Kamilla Reis. 

     

    Outras ações já vem sendo realizadas pelo Centro de Reabilitação do Ipesaúde, como Encontro de Atenção à Síndrome de Down, sessão de cinema para as crianças, palestras e outras dinâmicas com objetivo de promover a inclusão, ampliação da assistência, acolhimento e respeito com beneficiários.




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